Você pede, repete. E como se nada tivesse dito, me impede.
Contrária a todas as opções, não alheias, mas as suas próprias menções. Você me penetra em seu mar de contrariedade e me faz acreditar no que nem mesmo você acredita. Faz de mim seu marionete, para então me transformar em ventríloquo de suas novas futuras ambigüidades.
Há uma ilha no meio do seu mar. A única parte coeza de toda a sua insanidade. E ali, me vejo parado, a espreitar as águas de sua loucura. Me vejo querendo entrar, afundar. Quero também fazer de mim, parte de toda a sua sã insanidade.
Me acho ainda mais louco por ser louco por sua loucura. Me chamo de débil e te conto meus sonhos de nadar em ti. Ouço os sinos das suas gargalhadas, soarem em meus ouvidos. E como se aquilo fosse um aviso, ponho-me a rir contigo.
E em meio a toda essa agitação, me descubro não parte sã e coeza, mas apenas sua única certeza. E qual a maior contrariedade do que sua certeza, também querer contrair sua incerteza?
E assim permanecemos. Como duas metades incertas, querendo fundir uma certeza.
apaguei os comentários sem querer, sou burra demaiis. flw.
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